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Marketeer
  • Maioria dos utilizadores ignora publicidade no Facebook

    Quatro em cada cinco utilizadores do Facebook nunca adquiriram um produto ou serviço fruto da publicidade ou comentários presentes na rede social. A conclusão é de uma análise levada a cabo pela Reuters/Ipsos junto de 1032 americanos, que faz notar também que há ainda muito a fazer para transformar uma base de 900 milhões de utilizadores em dinheiro, através da publicidade.

    A análise denunciou que 34% dos utilizadores de Facebook inquiridos estão a passar menos tempo naquela plataforma do que há seis meses, enquanto que 20% estão a passar mais tempo.

    Os números aferidos acentuam as preocupações dos investidores face à capacidade de o Facebook gerar retorno financeiro, o que provocou já um decréscimo do valor das acções da rede social em 29%, desde que deu entrada em bolsa, no mês passado. Esta quebra fez com que o valor de mercado da plataforma de Mark Zuckerbeg diminuísse de 104 mil milhões de dólares (cerca de 83,3 mil milhões de euros) para perto de 74 mil milhões (aproximadamente 59,3 mil milhões de euros).

    Os 900 milhões de utilizadores do Facebook colocam a rede social entre as plataformas de internet mais populares, desafiando mesmo players gigantes da internet como a Google e a Yahoo. Ainda assim, nem todos estão convencidos de que a empresa de Zuckerberg tenha descoberto a fórmula que traduz a sua popularidade num negócio que justifique a sua elevada valorização de mercado.

    Num outro ponto, um estudo de Fevereiro da empresa eMarketer apontou que a publicidade feita através de emails é mais eficaz do que aquela que é feita no Facebook. Como relembra o Público, estas preocupações tornaram-se ainda mais notórias quando, no mês passado, a General Motors – a terceira maior investidora publicitária dos EUA – retirou os anúncios da rede social. O grupo, detentor de marcas como Opel e Chevrolet, investiu 10 milhões de dólares (cerca de 7,86 milhões de euros) no ano passado em publicidade no Facebook, de um orçamento global que, segundo o The Wall Street Journal, se cifrava em 1,8 mil milhões de dólares.

    Recorde-se que no primeiro trimestre deste ano o Facebook tornou público que as receitas provenientes de publicidade tinham diminuído 7,5%, atribuindo o decréscimo a “tendências sazonais” .

    Ainda assim, a rede social escusou-se a comentar os dados da investigação da eMarketer. Optou, antes, por destacar os pontos positivos da sua estratégia publicitária, salientando que empresas como a Nutella tiveram um aumento de vendas de 15%. Outro dos exemplos apontados foi o da cadeia de restaurantes Applebee’s, que voltou ao negócio após começar a anunciar na rede social.



  • Carmen arranca no mercado como bomba de criatividade

    A unidade criativa da Young Network cresceu e saiu da “asa” do grupo de comunicação. Dá pelo nome de Carmen a nova agência de publicidade que arranca hoje no mercado, para trabalhar não só a área publicitária mas também a de branding e de design. “Bombshell Creativity” é a assinatura que espelha o posicionamento da agência. Foi a «experiência na área criativa e a exposição internacional» do departamento criativo da Young Network, a par de uma equipa «experiente e todo-o-terreno» que ditaram a autonomização, como explica à Marketeer João Duarte, CEO do grupo.

     

    Sob a direcção criativa de João Peral, a Carmen actuará com uma equipa de 15 pessoas. A direcção executiva está a cargo de Rita Branco e a de arte nas mãos de Milene Candeias e Cristina França. Luís Miranda é o responsável pela área de copy/texto e Rita Rodrigues é comercial sénior.

    A agência começará por trabalhar o mercado angolano, moçambicano e cabo verdiano, além do português, territórios onde a Young Network tem presença física garantida. Na calha está também o desenvolvimento de projectos para o Leste Europeu e para o Brasil, adianta João Duarte.

    A experiência internacional é, aliás, e como reforça o CEO do grupo Young Network, o grande eixo distintivo da Carmen. De facto, mais de metade do negócio da recém-criada agência é já internacional. Três milhões de euros é quanto a agência espera facturar em 2013, sendo que Portugal será, ainda assim, o mercado mais relevante, respondendo por «quase metade do volume de negócios da agência», avança João Duarte.

    A agência inicia actividade com mais de 10 clientes de trabalho contínuo em carteira. Sem avançar nomes, João Duarte informa que assegurados estão já clientes da área da banca, petrolífera, telecomunicações, seguros, turismo e grande consumo.

    Por revelar ficaram também os investimentos alocados à criação da agência, mas o CEO garantiu que, numa fase inicial, a maior fatia caberá à contratação de elementos para a equipa da Carmen. Fora de portas o investimento está já diluído noutros, anteriormente feitos pelo grupo Young Network, ressalva o responsável.

    Texto de Daniela Domingos



  • Cerveja Estrella Damm entra em Portugal com aposta na tradição

    A marca de cerveja catalã Estrella Damm estreou-se no mercado português pela mão da Sumol+Compal, numa parceria que abrange os próximos cinco anos. Na bagagem, a insígnia promete trazer mais de um século de tradição cervejeira e um portefólio diversificado, que serão os seus principais eixos de diferenciação.

    Estrella Damm (cerveja lager), Bock Damm (lager preta), Voll Damm (dobro do malte), Free Damm (sem álcool) e Estrella Damm Inedit (desenvolvida em parceria com Ferran Adrià, chef do restaurante elBulli, e destinada a restaurantes de luxo) são as cinco variedades que completam o portefólio da marca sediada em Barcelona no mercado português. Apenas a cerveja lager será comercializada na distribuição moderna, enquanto o canal Horeca (hotéis, restaurantes e cafés) irá receber toda a gama. O objectivo da marca passa por vender 20 milhões de litros em cinco anos, alcançando uma quota de mercado de 3,5%.

    Nesse sentido, a parceria com o Grupo Damm serve sobretudo para reforçar o portefólio de cervejas da Sumol+Compal - que alienou recentemente a marca de cerveja Tagus ao grupo espanhol - e consolidar a rede de distribuição da empresa no canal Horeca. Até ao momento, a Sumol+Compal já fechou parcerias com cerca de 1600 clientes deste circuito, num universo de 30 mil clientes directos e indirectos que a empresa possui.

    Esta força na distribuição é, pois, o grande trunfo da Sumol+Compal para implementar a marca no mercado nacional. Em termos de comunicação, o principal activo da Estrella Damm, marca fundada em 1876, será a sua própria experiência, num mercado cada vez mais focado nos territórios do futebol e música. «Mais do que uma nova cerveja é um novo conceito, que assenta na tradição cervejeira e no portefólio», garante Luís Marques, director da divisão de Águas e Cervejas da Sumol+Compal.

    «A tradição é um território que não está ocupado em Portugal», sublinha o responsável, acrescentando que o importante é que a marca, que é «a mais antiga da Península Ibérica» neste segmento e ainda mantém a receita original, tenha «uma história para contar». “Tradição Cervejeira” foi mesmo a assinatura escolhida para o mercado português, embora a marca só comece a comunicar a partir do próximo ano.

    Apesar de se assumir como uma marca premium, a Estrella Damm vê os dois grandes players do mercado, Sagres (detida pela Sociedade Central de Cervejas) e Super Bock (Unicer), como os seus concorrentes reais. «Não somos super premium nem mainstream, mas dizer que os concorrentes são Heineken e Carlsberg, com a pouca expressão que eles têm no mercado [português], seria muito limitativo», conclui Luís Marques.

    Texto de Daniel Almeida



  • Disney quer banir publicidade à comida de plástico

    Em nome do combate à obesidade infantil, a Walt Disney anunciou hoje que pretende excluir dos seus programas de televisão, rádio e das suas páginas online todos os anúncios à chamada “junk food” (“comida de plástico”). A empresa pretende adoptar novos padrões de nutrição a partir de 2015, para restringir a colocação de anúncios a comida e bebidas que sejam destinados a menores de 12 anos.

    As novas regras seguirão algumas directrizes como a promoção da fruta e vegetais, a imposição de limites às calorias dos produtos e a diminuição de gordura saturada, sal e açúcar, mas não poderão ser implementadas antes de 2015 devido aos contratos de publicidade em vigor, informa empresa em comunicado citado pela agência Bloomberg.

    Para já, a Disney, que detém estúdios de cinema, parques temáticos, estações de rádio e até a estação televisiva norte-americana ABC, adianta apenas algumas das regras que pretende adoptar. Os cereais anunciados não poderão, por exemplo, ter mais do que 130 calorias ou 10 gramas de açucar por porção individual. E revelou ainda que até ao final do ano, os produtos que correspondam aos padrões da companhia vão passar a apresentar um “selo Mickey”.

    O plano foi hoje anunciado numa conferência realizada em Washington que juntou Bob Iger, presidente executivo da Disney, e Michelle Obama, primeira-dama dos Estados Unidos, que lidera a campanha contra a obesidade infantil “LeT's Move”.

    De acordo com Bob Iger, o novo plano – que alarga as regras definidas pela empresa em 2006 – é «uma vitória para nós [Disney], para as empresas alimentares, e uma grande vitória para as famílias». Apesar de admitir que «muitos» dos produtos actualmente anunciados pelas empresas não são saudáveis para as crianças, o responsável expressou a vontade de «trabalhar com essas companhias para que possam continuar a anunciar nos nossos programas produtos que sejam nutritivos e que cumpram as nossas exigências».

    A Disney «percebeu que o que é bom para as crianças também pode ser bom para o negócio», aplaudiu Michelle Obama. A primeira-dama lamentou ainda que as crianças «sejam constantemente bombardeadas com mensagens sofisticadas», que as atraem para produtos que nem sempres são saudáveis. De acordo com a Bloomberg, estima-se que todos os anos as empresas alimentares gastem cerca de 1,6 mil milhões de dólares (cerca de 1,29 mil milhões de euros) em anúncios para impactar crianças abaixo dos 12 anos de idade.



  • Young & Rubicam e DNA criam para a ModaLisboa

    A campanha de comunicação da 39ª edição da Lisboa Fashion Week será, pela primeira vez, assinada pela agência de publicidade Young & Rubicam (Y&R) e pela DNA - Design New Approach, que pertence à network Y&R Brands, no âmbito de uma parceria firmada com a Associação ModaLisboa.

    A campanha publicitária irá arrancar em imprensa no mês de Agosto, enquanto um spot televisivo irá para o ar em Outubro.

    A próxima edição da ModaLisboa terá lugar no Pátio da Galé entre 11 e 14 de Outubro, e irá apresentar as colecções dos principais criadores da moda nacional para o Verão 2013.



  • Aeroporto de Lisboa tem nova área comercial

    st7_6515Foi inaugurada, na zona restrita de Partidas do Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, a primeira fase da nova área de retalho. Ermenegildo Zegna, Salvatore Ferragamo, Burberry e BeTrend.store (que contempla as marcas Armani Jeans, Guess, Furla, Michael Kors, Mandarina Duck e DKNY) são algumas das marcas que os passageiros poderão encontrar agora naquela área. Também a Lacoste se encontra ali presente, a par da joalharia H. Stern. Para as próximas semanas estão previstas as aberturas das lojas Ralph Lauren e Montblanc.

    Paralelamente, o Aeroporto de Lisboa apresenta agora um conceito de walk-through, sob a sigla Just for Travellers - Duty Free Store. A inspiração para esta disposição partiu de aeroportos como o de Singapura, revela à Marketeer Luís Rodolfo, director de Retalho da ANA Aeroportos, empresa responsável pela gestão exploração e desenvolvimento do Aeroporto de Lisboa. Esta loja reúne ofertas em áreas como perfumaria, cosmética, bebidas, chocolates e toda uma área de artigos regionais portugueses, intitulada Taste Portugal.

    Às marcas Dior, Lancôme, Emporio Armani e Chanel, juntam-se agora nomes como MAC, Kiehl's, Body Shop, Sisley e Armani Cosmetics, que colocam beauty advisors ao dispôr dos passageiros. De destacar a aposta da Just for Travellers - Duty Free Store em novas tecnologias, com o investimento em tablets em diferentes áreas, que procuram cumprir uma função didáctica, com a história dos artigos em causa, a forma como devem ser consumidos, entre outras informações. Na área de perfumaria, por exemplo, estes suportes ajudam o passageiro a escolher o seu perfume, consoante os seus gostos, signos, tipos de aroma.

    A ANA- Aeroportos de Portugal tem vindo a investir na melhoria constante e modernização do Aeroporto de Lisboa, tendo em conta que as receitas das actividades não aeronáuticas, como é o caso do Retalho, contribuem para a manutenção das taxas aeroportuárias e, consequentemente, para a competitividade dos aeroportos nacionais. De referir que o negócio da não aviação representa cerca de 35% do total do negócio aeroportuário.

    As novas áreas comerciais do aeroporto contam com assinatura da Broadway Malyan, empresa internacional de arquitectura, urbanismo e design , a cargo da qual ficou o projecto de arquitectura, design de interiores e retail planning.

    A extensão do negócio de retalho da ANA no Aeroporto de Lisboa não ficará, no entanto, por aqui. Até ao final do ano serão inaugurados cerca de 30 espaços comerciais, podendo a área comercial corresponder, em 2013, a uma dimensão total de nove mil metros quadrados.

    De destacar a inauguração, em data ainda a definir, da Loja Portugal, um espaço de 400m2 onde serão dedicadas áreas ao Artesanato, Design, Moda, Cultura e Sabores nacionais. Pandora, Swarovski, Springfield, Women'Secret, Accessorize, L'Occitane, Starbucks, Porshe Design, Godiva, Neuhaus, Lanidor e Fauchon são outras das aberturas que se encontram na calha.

    Estas renovadas abordagens vêm responder ao indicador "emoção por m2", criado pela ANA Aeroportos, que se traduz na capacidade de envolver, entreter, ensinar e surpreender os consumidores com renovados conceitos/produtos e serviços exclusivos do aeroporto.

    Planos que resultam de uma estratégia com objectivos traçados para 2016, no âmbito do qual a ANA pretende atingir os 75 milhões de euros em receitas de retalho.



  • 40% dos filmes dos EUA usam produtos Apple

    Produtos AppleEm 2011, os produtos da Apple apareceram em 17 dos 40 filmes que arrecadaram o primeiro lugar nas bilheteiras norte-americanas, o que equivale a 42,5% das produções.

    Como destaca o Blue Bus, o resultado rendeu à marca, pelo segundo ano consecutivo, o prémio de "Overall Product Placement", no âmbito dos Brandcameo Awards. Em segundo lugar ex-aequo ficaram a Dell, a Chevrolet e a Ford, que apareceram em 22,5% dos filmes mais vistos. Já em terceiro surgiram a Cadillac, a Coca-Cola e a Mercedes-Benz, com 17,5%.

    De acordo com o mesmo meio, entre 2001 e 2011 a Apple apareceu em mais de 1/3 dos filmes mais vistos nos cinemas do mercado americano. Só em 2012, e ainda que estejamos no início do ano, a marca já apareceu em 50% das produções campeãs de bilheteira.



  • Alimentação sustentável em destaque no Mercado Gourmet

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    Depois do chocolate, o mundo goumert. O Campo Pequeno está pronto para receber mais uma feira, desta vez inteiramente dedicada a produtos como azeite, mel, queijos, vinhos, licores, cervejas artesanais, cogumelos, pão, ervas aromáticas, chás, compotas e chutneys.

    O Mercado Gourmet irá ocupar o espaço lisboeta entre os dias 2 e 4 de Março, sempre entre as 12h e as 21h30. Duarte Alves, nutrichef da Consciência Alimentar, será o embaixador desta edição, uma vez que os produtos saudáveis e a produção sustentável serão as áreas em destaque.

    Duarte Alves vai estar no Campo Pequeno, no dia 4, para uma sessão de showcooking onde irá confeccionar refeições saudáveis com produtos à venda no mercado. A actividade está programada para as 12h.

    A organização do Mercado Gourmet destaca ainda a presença de algumas marcas que terão a sua estreia no evento, nomeadamente a padaria Gleba, a Quinoa Portuguesa, a Wine to Eat e a Casa do Chascade. Também não faltarão insígnias com produtos vegan e biológicos, nomeadamente Mother Bio e Biobeira, entre outras.

    Vasco Cornélio, responsável pela iniciativa, considera que o Mercado Goumer «já tem o seu lugar na agenda dos eventos de sabores gourmet nacionais» e que a nova edição dá continuidade ao projecto do Campo Pequeno no sentido de ser um «parceiro preferencial de pequenos produtores».



  • Dodot doa fraldas à Ajuda de Berço

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    Por cada dois packs de fraldas Dodot vendidas durante as feiras de produtos para bebés a decorrer nos vários hipermercados portugueses, a marca irá doar uma fralda à Ajuda de Berço. A campanha solidária tem como objectivo assegurar as necessidades da instituição, que tem ao seu cuidado bebés até aos três anos.

    Todos os meses, a Ajuda de Berço precisa de seis mil fraldas para fazer frente às necessidades das crianças que apoia – na casa da associação vivem 40 bebés. A Dodot compromete-se a oferecer até 45 mil fraldas, segundo avança em comunicado.

    «É uma grande honra para a Dodot poder contribuir para esta causa em específico, já que procuramos responder a todas as necessidades dos bebés e crianças, melhorando a sua qualidade de vida e das suas famílias, o que prossupõe ajudar aqueles que infelizmente não podem contar à partida com os recursos necessários», comenta Chema Martín, responsável de Comunicação da marca.



  • Luz, câmara, acção… by Google

    Andre alves catolica

    Texto de André Alves, Digital & Web Development Specialist da Católica Lisbon School of Business and Economics
    Estima-se que a população mundial ronde os 7,6 mil milhões de habitantes e, segundo o Statistics Portal, a penetração do mobile phone já ronda os 65,9% este ano e em 2019 irá ser de 67,1%.

    Por cá, sabemos que 85% da população em Portugal usa a internet pelo menos uma vez por dia, e, destes, 47% acede às redes sociais. Pode-se criticar a dependência dos social media mas não se pode negar a predominância e alteração do paradigma no mercado mundial.(*)

    Não é só o acréscimo de utilização, o consumidor, agora mais exigente, tornou-se mais híbrido, consumindo vários tipos de conteúdos diferentes, mais dinâmicos e interactivos. Veja-se, por exemplo, o consumo exponencial de utilizadores no Instagram e no Snapchat, a quantidade avassaladora de vídeos, as stories cada vez mais frequentes no nosso feed de notícias, sejam de utilizadores particulares ou conteúdos patrocinados pelas marcas.

    O vídeo tem o monopólio dos conteúdos digitais! Veja-se o caso do Youtube, que em Portugal é acedido por 66% da nossa população. Tudo isto aliado aos 5,70 milhões de portugueses que usam o smartphone para entrarem nas suas redes sociais.

    Com o mote de alteração da pegada digital, a Google anunciou, no passado dia 13 de Fevereiro, o AMP Stories que visa combater as ditas “stories” do Snapchat e do Instagram. O Accelerated Mobile Pages foi criado em 2015, mas junta agora o formato de história para proporcionar ao utilizador uma navegação mais fluída, dinâmica e rápida.

    A boa experiência proporcionada aos utilizadores, que não gastam tanto tempo ou dados móveis em comparação aos vídeos colocados pelas marcas, são o ex-líbris deste serviço.

    Nesta fase piloto, as marcas que estarão envolvidas são as gigantes americanas, como a CNN, Wired, Cosmopolitan e o Washington Post. O motor de buscar forneceu um link  que deve ser acedido na versão mobile e que se se pesquisar (p.e.) pelo Washington Post e pela Wired permite visualizar os resultados deste já sucesso.

    google

    Segundo a Google, esta nova funcionalidade irá permitir uma nova abordagem ao que é comunicado, conferindo às marcas novas formas de se expressarem.

    Existe, no entanto, uma característica singular desta ferramenta em comparação às típicas “Stories” do Snapchat e Instagram, que é o facto do AMP não ter tempo limite, permitindo ao utilizador a visualização integral do conteúdo.

    Em relação às marcas, a Google anunciou, aquando da criação das “Stories” do AMP, a maneira como os web developers podem incorporar este tipo de conteúdos nos seus sites, permitindo alterações paradigmáticas na forma como se comunica.  Cada vez mais, procuram-se sites que sejam fidedignos, transparentes, no que diz respeito a informação disponibilizada, apelativos, rápidos, interactivos, com foco no cliente e com funcionalidades únicas oferecendo ao consumidor uma experiência ímpar (user experience).

    A junção de valências de um bom site aliado ao poder inquestionável do Social Media admite, a estes canais de comunicação, a fórmula de sucesso no que diz respeito à proliferação de conteúdos e informações necessárias aos utilizadores.

    Estas marcas querem chegar ao consumidor por todas as vias possíveis, tentando não deixar espaço para concorrentes emergentes, conseguindo conferir aos utilizadores, os verdadeiros beneficiados com estas “novas” soluções, uma variada forma de aceder a conteúdos nos diversos canais de plataformas digitais. O release para Portugal ainda não está anunciado, mas esta funcionalidade permite-nos caminhar, a passos largos, para a criação de maior awareness e maior engagement para o nosso público-alvo.

    (*) Dados retirados do Portugal Digital Report 2018



  • Os novos saltos altos da Josefinas… são rasos

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    A Josefinas é conhecida por desenhar apenas sapatos rasos mas o novo modelo pretende ser um verdadeiro par de saltos altos. Os Dancing Shoes da marca portuguesa recuperam a ligação ao ballet, transferindo a força e beleza associada aos saltos altos para um modelo mais próximo do chão.

    «As pontas de bailarina são simbolicamente vistas como sinónimos de perseverança, determinação e elegância; podem ser, no fundo, equiparadas ao que se associa, comummente, aos sapatos de salto alto. Para a Josefinas, porém, a persistência e a beleza são tão ou mais possíveis em sapatos rasos; os Dancing Shoes tornam-se, metaforicamente, nos ‘verdadeiros saltos altos’», explica Sofia Oliveira, responsável pela comunicação da insígnia.

    Os Dancing Shoes podem ser adquiridos em quatro versões, duas delas em pele genuína e outras duas em veludo. O modelo pode ser encontrado em exclusivo na loja online da Josefinas.



  • Bebidas mais saudáveis valem 25% da Coca-Cola em Portugal

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    A estratégia da Coca-Cola em Portugal permitiu reduzir em cerca de 28% a adição de açúcares por litro no total de vendas da marca desde 2000. Se considerarmos apenas o ano passado, a redução foi de 10% face a 2016.

    De acordo com a empresa, as bebidas sem açúcar ou sem calorias corresponderam a 25% das vendas em 2017, sendo que estão aqui incluídas as águas comercializadas pela Coca-Cola. Além da marca homónima, a Coca-Cola detém e vende insígnias como Fanta, Nestea, Powerade, Aquarius, Sprite e Aquabona.

    Actualmente, a Coca-Cola conta com 93 referências de bebidas em Portugal e comercializa uma versão sem açúcar adicionado na maioria das marcas, segundo assegura em comunicado. Do total de referências, 24 correspondem a produtos sem açúcar adicionado.

    A Coca-Cola lembra, ainda, que tem apostado na oferta de uma maior variedade de formatos, nomeadamente no que diz respeito à disponibilização de embalagens mais pequenas, apelando ao consumo moderado.



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