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PÚBLICO
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Seguro em Espanha, entre o simbolismo e o reforço da amizade ibérica
Neste P24 falamos com Diogo Noivo, licenciado em Ciência Política e Mestre em Segurança e Defesa pela Universidade Complutense de Madrid e pelo?Centro Superior de Estudios de la Defensa Nacional.
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Cartas ao director
Excertos de cartas enviadas pelos leitores ao director David Pontes.
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México: atirador mata turista canadiana e fere quatro outras pessoas nas pirâmides de Teotihuacan
Autoridades investigam incidente. Presidente mexicana expressa pesar.
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Ex-vereadora do Chega em Coimbra rompe com o executivo de Ana Abrunhosa
Maria Lencastre renunciou a cargo de gestão numa escola profissional indicado pelo executivo de Abrunhosa, num processo contestado por várias forças políticas.
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Dinheiro que EUA gastam na guerra do Irão poderia salvar 87 milhões de pessoas
Responsável da ONU para a assistência humanitária lamenta desvio de fundos outrora destinados à ajuda externa para a guerra, alertando ainda para os efeitos da retórica violenta de Donald Trump.
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Esta reforma laboral ainda vai dar muito trabalho
O Presidente da República perde a confiança de quem o elegeu em caso de promulgação de um diploma nestas condições e será acusado à direita de bloquear reformas do país caso o vete. Opinião de Amílcar Correia
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Mais literacia, melhor democracia – ensinar a pensar no legado de Abril
Só quem compreende a informação, distingue o facto da manipulação e pensa criticamente é verdadeiramente livre. Opinião de Paulo Santos
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As vantagens do extremismo
O extremismo apresenta-se como lucidez. Como coragem. Como verdade sem filtros. Como a última resistência contra a decadência, a traição, a manipulação, o sistema, as elites, os outros. Opinião de Joana Sá Lima
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A justiça não se reforma por impaciência
Há processos que deixam de ser apenas processos-crime. Passam a funcionar como espelho das fragilidades do sistema judicial. A Operação Marquês tornou-se um desses casos. Opinião de Victor Santos Oliveira
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Amnistia Internacional acusa líderes “predadores” de minarem o direito internacional
A ONG nomeia três líderes — Trump, Netanyahu e Putin —, “bullies” a quem poucos países têm coragem de fazer frente. Na “era dos cobardes”, Espanha é apresentada como exemplo.
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