-
O Museu de Arte Popular virado ao futuro
Se for provado que estamos diante do primeiro sinal dum renascimento, aguardado há muito por quem entende que a arte popular deve ser protegida e reinventada, então Um Cento de Cestos. Uma tecnologia sustentável para o século XXI — e há que notar o subtítulo — acerta em cheio, até por esta contemporaneidade voltada ao futuro, identificando e rastreando o passado que a inspirou. Depois de Uma Vida Dura de Jasper Morrison (2024), este livro sobre tema tão nobre, que a designer Catarina Carreiras produziu com zelo e elegância — e nunca é de mais chamar a atenção para aspetos
-
UNESCO inclui local da Cisjordânia e castelos libaneses na lista do Património Mundial
O sítio arqueológico de Sebastia, na Cisjordânia, e cinco castelos na região do Monte Amel, no Líbano, foram inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO, apesar das objeções de Israel, que instou a organização a rejeitar as candidaturas. A decisão, tomada na sexta-feira, durante a reunião da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) na Coreia do Sul, surgiu dias depois de o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel ter instado o comité a rejeitar as tentativas de classificar a pequena cidade de Sebastia, na Cisjordânia, e os castelos libaneses. Na sua reunião
-
“Divórcio do século”: ex-mulher recebe 566 milhões de euros de indemnização
Ex-esposa de magnata sul-coreano, presidente do conglomerado produtor de chips SK, venceu em tribunal. Como a “união do século” se tornou “divórcio do século”. Um tribunal de recurso da Coreia do Sul ordenou o multimilionário Chey Tae-won, presidente do conglomerado SK, a pagar cerca de 645 milhões de dólares (cerca de 566 milhões de euros) à ex-mulher, Roh Soh-yeong, numa nova decisão daquele que ficou conhecido no país como o “divórcio do século”. Se este montante parece elevado, realce-se que o montante fica abaixo dos mil milhões de dólares que alguns advogados especializados em divórcios admitiam como possível indemnização. Em
-
Luís Neves é o “caso de regime” que vai derrubar o Governo?
Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. É tempo de dar notas numa nova edição de “O Vencedor É…” Também ao fim de semana, aqui na Rádio Observador. Hoje, nas manhãs 360, contamos com a análise da Eunice Lourenço e também do André Azevedo Alves. A moderação é contigo, Vasco Maldonado Correia. Esta semana passa e os temas mantêm-se duas polémicas, ainda que bastante diferentes, a causar desgaste ao governo do Luís Montenegro. Uma em torno da ação de Luís Neves enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária, a outra em redor dos atrasos
-
Morte do fundador da Mango: psicóloga sugeriu “sessão à beira de precipício” com o filho detido
Testemunha diz que terapia da família Andic previa uma situação extrema junto a uma ravina. Isak, fundador da Mango, morreu numa caminhada na região de Barcelona, em 2024. Uma testemunha revelou aos Mossos d’Esquadra (a Polícia de Catalunha) que a terapia familiar seguida por Isak Andic e pelo filho, Jonathan Andic, incluía a realização de uma experiência extrema numa ravina. A mulher, uma intérprete britânica e colaboradora ocasional da terapeuta da família, terá dito ainda que procurou o percurso de Montserrat onde o fundador da Mango morreu e diz ter acompanhado Jonathan ao local uma semana antes do incidente, segundo
-
Nova frente na guerra EUA-Irão (e o preço do petróleo aumenta)
Tensões com os houthis numa rota que vinha a servir de alternativa ao Estreito de Ormuz aumentam receios de bloqueio e efeitos negativos nos mercados da energia. Nos EUA e na Europa, os consumidores já sentem as consequências nos postos de abastecimento. Cerca de duas semanas depois de os Estados Unidos e o Irão terem retomado os ataques na região do Golfo Pérsico, o preço do barril de petróleo Brent fechou nos 100 dólares esta quarta-feira. A cotação representa uma subida de quase um terço em relação ao preço registado no mês passado, embora continue abaixo do máximo de 126
-
Sismo de 2,7 na escala de Richter sentido em Loulé
Um sismo de 2,7 na escala de Richter foi sentido este sábado pelas 07h52 no concelho de Loulé, distrito de Faro, anunciou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Com epicentro “a cerca de 14 quilómetros a oeste-noroeste de Loulé”, o sismo “não causou danos pessoais ou materiais”, informou o IPMA, em comunicado. Foi sentido “com intensidade máxima II (escala de Mercalli modificada)” na região de Loulé, acrescentou a mesma fonte. Na escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), fortes
-
Os antigos ursos gigantes de Portugal encolheram. Os humanos podem ser os culpados
A análise de centenas de fósseis encontrados em grutas portuguesas mostra que os ursos-pardos ibéricos perderam grande parte da massa corporal ao longo de milhares de anos, numa transformação que os investigadores associam à caça e à destruição do habitat pelos seres humanos. Há cerca de 22.000 anos, um enorme urso-pardo vagueava pelo território que hoje corresponde a Portugal. O animal pesava cerca de 385 kg, o que faz dele um dos maiores exemplares da espécie alguma vez encontrados — muito maior do que os ursos-pardos ibéricos que vivem atualmente na Península. Este urso é apenas uma das várias surpresas
-
Montenegro não tirou férias de verão. O que nos quer mostrar?
Aprendeu com Marcelo e Durão? O que é certo é que este ano não há férias de verão para o primeiro-ministro, e pode haver dois culpados: Fernando Alexandre e Luís Neves. A decisão do primeiro-ministro de não gozar férias no verão é vista por especialistas como uma resposta às críticas e um sinal de controlo de uma eventual crise, embora a presença permanente não altere a ação do Governo. Entrevistados no podcast “Lusa Extra”, o politólogo e investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa António Costa Pinto e o especialista em comunicação política e antigo chefe de
-
Pelo menos 4,5 milhões de pessoas são apátridas. ACNUR estima que número aumente no futuro
Pelo menos 4,5 milhões de pessoas são apátridas, número que deverá aumentar no futuro, avançou este sábado a responsável da ONU pela questão, defendendo que este é dos poucos problemas globais que tem solução identificada. “Sabemos o que é preciso fazer”, afirmou a coordenadora-chefe da unidade de apátridas do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR), organização que recebeu um mandato para combater o problema, em entrevista à Lusa. “Mas é preciso haver vontade política”, sublinhou Monika Sandvik, lembrando que a decisão de dar ou não nacionalidade a uma pessoa é exclusivamente determinada pelos Estados. O ACNUR, assim como
|